Relato em vídeo
A história da Elisiane.
Um reencontro com a própria beleza
Elisiane convive com o vitiligo desde os 19 anos e encontrou na DM Bronzeamento, em 2017, muito mais do que um bronze. Depois de anos evitando roupas curtas e enfrentando dificuldades para aceitar sua própria imagem, ela viveu um momento inesquecível: voltou a vestir uma saia, se olhar no espelho e se sentir linda.
Uma história emocionante sobre autoestima, aceitação e o poder de voltar a se reconhecer.
“Foi a partir do bronze que eu comecei a aceitar o meu corpo. Hoje eu já não tenho vergonha mais.”
Elisiane
Apresentação: Gente, nós estamos aqui com a Elisiane. A Elisiane é uma cliente da DM Bronzeamento, adepta do bronzeamento pulverizado há muitos anos, e ela vai contar um pouquinho da experiência dela com bronze, uma vez que ela tem o vitiligo.
Elisiane: O vitiligo, gente, é uma doença autoimune. Eu tive com dezenove anos. Eu não sabia o que era, pra mim foi uma novidade. Simplesmente seu corpo vai clareando aos pouquinhos, e meu corpo já está praticamente com oitenta e cinco por cento claro, branquinho. Na adolescência, dezenove anos, cê não quer isso pra você, né? Foi difícil na época aceitar o vitiligo.
E onde eu ia, eu tinha que colocar roupa comprida. Clube sempre, de jeito nenhum. Quando ela começa a despigmentar, fica um pouquinho estranho, sabe? Começa a ficar... duplica as cores do seu corpo. Eu me envergonho de falar isso. Cê tem que se aceitar, mas eu nunca me aceitei. Eu brigava comigo mesmo, quem tem sabe.
Foi em 2017, eu acho, né, Mari? Que foi em 2017 que eu fiz meu primeiro bronze com você. Aí eu fiz o bronze. Nossa, eu fiquei assim encantada. Fiz minha felicidade. Porque depois de não sei quantos anos, eu nunca tinha vestido uma roupa curta pra sair. Quando eu comprei a saia, depois de anos sem vestir roupa curta, né, coloquei aquela saia, um salto de todo tamanho, né, escovei o cabelo e maquiei. Eu consegui me achar linda. Foi onde eu comecei a me aceitar.
Inclusive, eu tenho que te agradecer, Mari, por isso. Foi a partir do bronze que eu comecei a aceitar o meu corpo. Hoje eu já não tenho vergonha mais.










































